
O Cruzeiro foi mais uma vez tão combatido! ...fora de campo: o Leão rugiu, brigou e latiu o quanto pôde, até ser expulso; o Kalil falador falou, falou, falou e de tanto falar deu bom dia a cavalo, ou melhor, Raposa. O fato é que ninguém conseguiu tirar o brilho, a invencibilidade, e claro, o título do time celeste.
Apesar de se tratar de uma final contra o rival Atlético, o mesmo não deu nem para a saída. A diferença técnica entre os dois times era gritante; enquanto o Cruzeiro contava com bons jogares dentro de campo e também no banco de reservas, o alvinegro dependia tão somente do solitário Tardelli, os rugidos do Leão e as ameaças do presidente suspenso, Alexandre Kalil.
O Cruzeiro e sua imensa torcida, que nada têm a ver com os problemas do Galo, ganharam muito bem o primeiro jogo (5x0) e souberam melhor ainda administrar a boa vantagem no segundo.
Ao torcedor do clube atleticano resta catar os caquinhos; e se a típica arrogância dos galináceos deixar (principalmente do seu presidente suspenso) deveria rever seus conceitos: parar de se gabar das coisas que não possuem; deixar de se preocupar em dizer que tem mais torcedores que o Cruzeiro; e começar a ganhar títulos, pois o que faz um time ser glorioso e consequentemente aumentar sua torcida cada vez mais é isso: resultado.
A imensa China Azul fica mais uma vez com o grito “É campeão!” para partir com tudo na Libertadores, que com todo o respeito aos times e o Campeonato Mineiro, este sim é o título que a torcida tanto quer este ano.
A propósito... o Kalil falou que só iria reservar ao Cruzeiro 10% dos ingressos para o segundo jogo da final... acho que ele acabou se confundindo e trocou o destino dos ingressos, pois o que se viu ontem no Mineirão foi 01 Atleticano para cada 11 Cruzeirenses! Demos um banho, dentro e fora de campo!
PARABÉNS, CRUZEIRO E CHINA AZUL!
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